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Como chegar |
É possível entrar tanto por Buenos Aires/Argentina quanto por Santiago/Chile, dependendo de qual o destino que você escolheu para sua primeira visita. Há vôos regulares das principais cidades brasileiras para as capitais dos dois países, e a partir delas, há conexões para os principais destinos.
A Gol ( www.voegol.com.br), Tam ( www.tam.com.br), Varig ( www.varig.com.br), Aerolíneas Argentinas ( www.aerolineas.com.ar) e a Lan Chile ( www.lan.com) voam até as duas capitais e as duas últimas fazem os vôos internos. Os pacotes vendidos desde o Brasil têm os vôos incluídos e alguns deles com vôos fretados diretos.
Outra opção – pra quem tem tempo – é vir de carro ou de moto por conta própria, curtindo as estradas e as paisagens. Mas não esqueça que o trajeto é longo, cansativo e pouco interessante até chegar na Patagônia.
A novidade que está fazendo sucesso são os cruzeiros pelos mares do sul, passando pela Patagônia Argentina e Chilena.
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Quando ir |
A melhor época do ano para visitar a patagonia depende do que você quer visitar ou vivenciar. Por exemplo, o verão é melhor para caminhadas, ver os lagos cristalinos, observar geleiras, visitar os parques nacionais, observar fauna, realizar cavalgadas,etc... e no verão os dias são muito longos. Já o inverno é indicado para quem quer curtir o branco e o fascínio da neve, com uma boa gastronomia e os famosos vinhos na beira da lareira. E tudo é possível quanto ao clima na Patagônia, pode nevar em janeiro e fazer lindos dias de sol no inverno. Aqui,a surpresa faz parte da viagem!
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O que levar |
O clima é sempre uma surpresa. Portanto, esteja preparado. Mesmo no verão, leve roupas contra o frio e o vento, inclusive gorro e luvas. O ideal é carregar sempre uma pequena mochila com esses acessórios, mesmo que o dia pareça lindo. Alguns itens que não podem faltar são: protetor solar e labial, óculos escuros, água, um abrigo para o frio e uma boa máquina fotográfica. Como em alguns passeios você vai andar por trilhas, traga também um bom tênis ou bota de trekking já amaciado.
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Moeda |
Na Argentina a moeda é o peso argentino e a cotação você pode acompanhar pelo site www.cotizacionaldia.com.ar.
A dica é levar seus reais e trocá-los no Banco de La Nación, no saguão do Aeroporto Internacional, que oferece cotação melhor do que o quiosque que fica dentro da área das esteiras de retirada de bagagem.
No Chile, a moeda é o peso chileno e a taxa de câmbio pode ser conferida diariamente no www.emol.cl . É recomendável levar dólares e trazer dólares, pois no Brasil não tem cotação para o peso chileno. As melhores taxas estão nas casas de câmbio do centro das cidades.
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Quadro de distâncias |
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Voltagem |
Tanto na Argentina quanto no Chile, a voltagem é 220V. Se você vai levar equipamentos, leve também um adaptador universal para tomadas, já que nos dois países as entradas são diferentes das nossas. Uma possibilidade é comprar lá quando chegar. |
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Cota de compras |
Compras de bens no exterior no valor total de até US$ 500 (viagem aérea ou marítima) ou US$300 (viagem terrestre, fluvial ou lacustre), ou o equivalente em outra moeda, são isentas do pagamento de imposto no retorno.
Você ainda pode comprar U$500 nos free shops dos aeroportos e áreas portuárias sem incidência de impostos.
Não esqueça de declarar seus bens eletrônicos que estará levando na Receita Federal do aeroporto. Informações: www.receita.fazenda.gov.br
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Documentos necessários |
Brasileiros não precisam de visto para entrar na Argentina e no Chile. Basta apresentar passaporte com validade mínima de 6 meses ou carteira de identidade com menos de 10 anos. Se você for de carro ou moto, terá de portar todos os documentos exigidos nestes países. Consulte os sites dos consulados e providencie com antecedência:
www.congechile.com.br
www.brasil.embajada-argentina.gov.ar
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